Conto- Neve vermelha.

A neve cobria os degraus que iam até o topo da montanha. Em meio à nevasca, uma figura se movia, subindo degrau a degrau, em direção ao Templo dos Greybeards.

Brace yourselves... obvious reference is coming...

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Ele não sabia o motivo de ter sido chamado. Não entendia o que se passava consigo mesmo. Parou para descansar próximo à uma formação de pedras que mal protegiam da neve que caía com cada vez mais frequência.

Dragonborn? Matador de Dragões? Destino? Nada disso fazia sentido para Rizowalla, mas ele não podia negar que algo aconteceu quando desferiu o ultimo golpe contra aquele dragão. Algo havia mudado… algo dentro dele. E apesar de não gostar da ideia de ter ser ”convocado”, ele estava muito curioso para saber oque queles sábios teriam a dizer sobre o ocorrido.

Encarou os degraus que já havia deixado para trás. A mulher que o Jarl mandou como sua acompanhante, Lidya ou algo assim, havia ficado para trás, e dado o clima, provavelmente não o alcançaria tão cedo. Voltar para busca-la não era uma opção, mas ela ficaria bem. Ele viu como aquela guerreira lutava e tinha certeza que alguns lobos não seriam páreos para ela.

Rizowalla retornou de seus pensamentos repentinamente, ao ouvir um barulho próximo. Virou-se a tempo de ver algo branco indo em suas direção. Tentou esquivar-se, mas garras acertaram seu tórax e ele foi arremessado à algumas dezenas de degraus abaixo. Ele ignorou a dor, levantou-se, apoiando-se no seu machado, e levantou a cabeça para enxergar o inimigo. Vindo em sua direção, já preparando um novo ataque, um Troll das neves corria furiosamente.

-Huh…- Esperou que a criatura viesse ataca-lo. O Troll tentou novamente acata-lo com sua garra direita, mas o bárbaro esquivou-se para trás. O monstro precipitou-se para a frente, perdendo o pouco o equilíbrio. Um machado girou no ar…

… e rasgou um ferimento no oponente.

O Argonian sentiu o cheiro de fumaça e sangue. Olhou para sua arma, manchada em vermelho. Em seguida olhou para a criatura que agora berrava de dor e estava coberta de chamas. Notou que parte do corpo da criatura agora compartilhava a cor que se espalhava por seu machado.

– Se sangra… pode ser morto- Preparou-se para contra-atacar mais uma vez. Sentia o sangue saindo de sua própria boca, não podia ser descuidado ou acabaria tendo aquele lugar como seu túmulo. O tempo pareceu estender-se. Cada passo, cada golpe, cada grito proferido por um dos combatentes, a peleja pareceu durar uma eternidade. Mas tudo chega ao fim e logo um golpe final, certeiro, foi desferido e o sangue pintou a neve de vermelho.

O Vitorioso tentou seguir seu caminho, arrastou-se o máximo que pode, mas seus olhos começaram a pesar. Ouviu vozes.

– Poderia ester ser… Rápido, levem-no para dentro- Sua visão já havia escurecido à esta altura. No entanto ele não se preocupou. De alguma forma sabia que não morreria ali. Havia ainda muito a ser feito, aquilo não era o fim, apenas o começo….

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Novas aventuras ainda o aguardavam no futuro.

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2 ideias sobre “Conto- Neve vermelha.

  1. General do Panda Autor do post

    Primeira não, foi lá pela terceira e foi uma meia hora de combate.
    Por outro lado, quando comprei o jogo pela Steam e recomecei foram só uns 10 minutos e de prima porque já tinha pego o jeito da coisa XD

    Resposta

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